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Esportes

Cidade: CAMBUÍ


esporte: ESCALADA

Pedra de São Domingos - São duas as faces da Pedra de São Domingos (Leste e Sul) que possuem vias de escalada em rocha, a pedra mais alta da região de Bragança, com 130 metros de altura e 2.000 de altitude.

Na Face Leste apresenta-se a Via Sede de Viver, 6a com lances de 7a. Conquistada por André Prata e Geraldo Ávila. Boa via em agarras e pequenos cristais, lance de aderência na quarta enfiada é o crux. Proteções em grampos de 1/2, duplicados nas paradas.

Atenção: A via tem lances de 7a. Se você não deixou corda fixa, não está com um guia que já fez a via antes, não conseguiu passar algum lance, saia por baixo contornando a rocha pela esquerda. Caminhada por trilha fechada.

A via da Face Sul foi batizada de Via "Luísa" (em homenagem à filha de André Prata). As vias são acessadas por cima, por rapéis. São cinco enfiadas de 6a, em rocha encrustrada de cristais.

Caso tenha que descer, o acesso de volta pelo solo se dá pela esquerda, por trilha fechada contornando a pedra. É aconselhável uma corda de 55 ou 60 metros para melhor autonomia nos rapéis, ou até duas cordas unidas. Via conquistada por André Prata, Fernando Davanzo, Geraldo Ávila e Mário Arnaud.

esporte: MOUNTAIN-BIKE

Não deixe de levar sua bike, pois a região é propícia a este esporte.

esporte: PARAPENTE

O PARAPENTE EM CAMBUÍ
Foi no ano de 2001 que Anderson de Almeida avistou dois parapentes sobrevoando a cidade. Ao vê-los pousar, partiu rapidamente para o resgate afim de saber um pouco mais sobre este esporte que tanto dispertara sua curiosidade. Foi através desses pilotos que obteve as primeiras informações e a indicação de um instrutor. Partiu então para Santa Rita, onde aprendeu a voar e, com muita dificuldade, iniciou no esporte praticamente sozinho em Cambuí. No ano seguinte, procurando divulgar o parapente na região, ajudou a organizar um festival na cidade do Córrego do Bom com pilotos de outras localidades. Foi neste mesmo festival que uma turma de cerca de 10 interessados fizeram contato com um instrutor paulistano e também iniciaram sua prática. Hoje a cidade já conta com cerca de 50 pilotos, muitos deles de nível profissional.

QUEM PODE PRATICAR
Todos cuja vontade de voar seja maior do que o medo podem praticar. Não há limites de idade para a prática do esporte, entretanto, o ideal para se iniciar é a partir dos 14 anos, com a devida autorização dos pais.

É necessário também um investimento com um curso preparatório e equipamentos, porém, a prática vem se barateando muito nos últimos anos devido ao crescente número de praticantes e pela existência de uma marca nacional que já é considerada a 3ª no mundo, produzindo no país equipamentos de ótima qualidade. O interessado pode também adquirir um equipamento seminovo de boa qualidade por um preço mais acessível. Por esses motivos, o Brasil vem se tornando uma referência mundial neste esporte que cresce cada dia mais.

COMO INICIAR
Para começar a praticar é preciso procurar um instrutor de uma escola homologada pela ABP (Associação Brasileira de Parapente) ou pela ABVL (Associação Brasileira de Vôo Livre). Através do instrutor, o interessado receberá todas as orientações necessárias com aulas teóricas e práticas, desde a teoria de vôo, como inflar o parapente, até os primeiros vôos que se iniciam descendo a inclinação de um morrinho até sair do alto de uma montanha. O curso é de aproximadamente 2 ou 3 meses, variando de acordo com o clima e o aproveitamento de cada um. Após o término do curso, é necessário freqüentar um clube de parapente onde o praticante terá a assistência dos mais antigos e experientes. Quanto mais tempo de prática, mas se aprende, já que cada estação do ano apresenta características diferentes e o praticante irá perceber e aprender a lidar com essas diferenças no decorrer do tempo.

EQUIPAMENTOS
Os equipamentos obrigatórios são o selete, para-quedas reserva, capacete e velame (asa). O selete é onde o piloto fica "sentado" durante o vôo e deve ser ajustado para cada praticante, deixando-o o mais confortável possível. Para casos de emergência existe o pára-quedas reserva, que fica acoplado ao selete, e só deve ser utilizados em casos des extrema urgência. O velame constitui a maior parte do equipamento e é dividido em três partes: a vela, as linhas e os tirantes. É também extremamente importante possuir um rádio para se comunicar com outros pilotos. Entre os equipamentos opcionais estão GPS, macacão, botas e luvas especiais para a prática.

SEGURANÇA
Os perigos que envolvem o parapente são os mesmos de qualquer outro esporte radical, ou seja, estão extremamente ligados à imprudência e à falta de manutenção dos equipamentos, portanto, é extremante necessário muita atenção e responsabilidade para a sua prática, se aventurando dentro dos próprios limites e de acordo com o decorrer do aprendizado, sempre contando com o apoio de outros pilotos.

ONDE APRENDER
Em Cambuí e região pode se iniciar na prática do Parapente através da Vôoart, com instrutores habilitados pela ABP (Associação Brasileira de Parapente) e ABVL (Associação Brasileira de Vôo Livre) e contar com o apoio do clube de vôo livre Asas de Minas.

VôoArt
Contato: Anderson
Fone: (35) 8806-8221

esporte: TREKKING

Há várias trilhas na região.

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