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SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS GERAM LUCRO

SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS GERAM LUCRO

Os negócios baseados em ecossoluções estarão entre os mais promissores pelos próximos sete anos, segundo estudo realizado pelo Sebrae-SP


 

No contexto das mudanças climáticas, que atraem a atenção não só de ambientalistas mas também de consumidores conscientes, empresários aproveitam para achar oportunidades que unam a sustentabilidade ambiental à econômica, segundo a Folha de São Paulo

 

Os negócios baseados em ecossoluções estarão entre os mais promissores pelos próximos sete anos, segundo estudo realizado pelo Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) que será divulgado até o fim do mês.

 

O empreendedor Aires de Freitas já encontrou seu nicho nesse mercado. Sua empresa, a Air Plast, produz um material chamado PET micronizado, polímero feito a partir de garrafas de plástico que pode ser usado para a fabricação de colchões, estofamento e calçados.

 

A Air Plast produz cerca de 700 toneladas de PET micronizado por mês e vende o quilo a R$ 3,35. Na empresa, trabalham 12 funcionários.

 

Para o empresário, antes de optar por um negócio baseado na sustentabilidade do planeta, é preciso pensar na sustentabilidade econômica. "A preservação ambiental só funciona se está aliada a um retorno financeiro", opina. "Não é altruísmo, é um negócio."

Segundo Marcelo Dini, gerente de inovação e acesso à tecnologia do Sebrae-SP, a gestão ambiental é cada vez mais urgente. Além de ter importância climática, ela pode representar um diferencial competitivo para o negócio.

 

PET vira varal

 

Claudinei de Lima, 42, e seu irmão, Carlos Alberto, 41, costumavam recolher garrafas PET deixadas nas imediações da represa Billings e apoiar-se nelas enquanto pescavam. Os irmãos perceberam que, mesmo com as intempéries, as garrafas que utilizavam continuavam intactas. Decidiram então aproveitar a resistência do material e utilizá-lo em um novo produto, segundo a Folha de São Paulo.

 

Em 2005, criaram uma máquina que transforma as garrafas em cordas para varal. O mecanismo usa peças de máquinas de costura e de lavar. Hoje, na Cooperlimpa, cooperativa que tem apoio da Prefeitura de Diadema, produzem mais de 10 000 varais por mês, cada um vendido a pouco menos de R$ 1.

 

Os pedidos, no entanto, ultrapassam a capacidade de produção da indústria. "Já recuperei o dinheiro investido [R$ 20 000] e agora quero aperfeiçoar o processo", diz Claudinei.

 

 

Referência: Folha de São Paulo

 

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