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Historico

Cidade: DELFIM MOREIRA


Como dizem, Delfim Moreira, vista de cima, parece um presépio. Cidade pequena, com suas ruas ainda calçadas com paralelepípedo. Tem um pequeno centro urbano, com apenas 8.000 habitantes, mas é o terceiro maior município do Estado em extensão, com 414 km quadrados, atraindo numa certa época do ano o fluxo de turistas que procuram frio e a beleza da Serra da Mantiqueira.

A altitude máxima do município dá-se no Morro do Chapéu com 2.013 metros.

Esses 414 km quadrados de propícia beleza ao ecoturismo são praticamente inexplorados.

A cidade repousa a sombra das matas que a rodeiam, onde florescem as Quaresmas e o Manacá da Serra, tendo por sentinela os pinheiros centenários, que meio a vegetação se destacam com sua ramagem luxuriante e potente, desafiando o tempo e o clima, entre uma multidão de pássaros e cigarras que numa imensa algazarra fazem de seus dias claríssimos uma festa sem par.

Imenso é o prazer de subir em seus Cumes, visitar o Mosteiro de Santa Maria de Serra Clara e contemplar a majestade de suas serras que nubladas ou ensolaradas, se perdem na distância, proporcionando uma visão fantástica.

Ouvir o murmurar de seus riachos ruidosos, e o clamor da cachoeira do Itagyba que despenca alucinada na encosta da montanha, encantando a todos que curtem a natureza.

CONHEÇA UM POUCO DA HISTÓRIA

A cidade tem em comum com Campos de Jordão o mesmo desbravador. Conta a história, que em 1703 o sertanista Gaspar Vaz da Cunha o “lobo bravo”, veio em busca das minas preciosas, nesse caminho descobriu os “campos do rio Jordão” e chegou as minas do Itagyba, coração de nossa cidade presépio. Aqui teve hospedada a Princesa Isabel, o Conde D’Eu e sua comitiva em dezembro de 1868.

A cidade está ligada por uma estrada de terra batida de 34 km até Campos de Jordão, que faz divisa do município no lado poente.

Delfim Moreira foi o maior produtor mundial de marmelo, e aqui, na década de 40 se instalaram as maiores fábricas de produção de doces, como CICA, Peixe, Colombo, Mantiqueira etc. A linha férrea chegou para escoar esta produção que envolvia mais de vinte mil delfinenses. Hoje é um dos maiores produtores de trutas do país, sendo a provável capital da truta, seja pela produção, seja pela gastronomia.

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