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Dados Gerais

Parque: PARQUE NACIONAL DA CHADADA DOS GUIMARÃES


 

Decreto e Data de Criação

Foi criado pelo Decreto n.º 97.656 de 12.04.1989.

 

Objetivos Específicos da Unidade

Proteção os ecossistemas de Savanas e Matas Semi-decíduas, inúmeros sítios arqueológicos e monumentos históricos e ainda as cabeceiras dos vários rios que compõem as bacias do Alto Paraguai e Amazônica.

 

Aspectos Culturais e Históricos

Há ocorrência de sítios arqueológicos e históricos de importância para a humanidade em conhecer um pouco sobre a vida de seus antepassados. Dentre estes atributos destacam-se: abrigos sob-rocha e oficinas líticas, com pinturas e gravações rupestres.

 

Área e Localização

Possui uma área de 33.000 ha. Está  localizado na região central do estado do Mato Grosso, nos municípios de Chapada dos Guimarães e Cuiabá.

 

Clima

O clima é caracterizado em Aw e Cw, onde o primeiro atua na área da depressão Cuiabana e o segundo representa o clima tropical de altitude do planalto. Há estação das chuvas (primavera e verão) e a da seca (outono e inverno). O índice Pluviométrico fica em torno de 1800 a 2000 mm.

 

Temperatura

As temperaturas médias anuais variam de 25º C (na Baixada Cuiabana) a 21,5º C (nos topos elevados da Chapada dos Guimarães), sendo que as temperaturas máximas diárias, na Baixada Cuiabana, podem superar os 38º C e as mínimas, no topo da Chapada, caem a menos de 5º C. A precipitação média anual permanece entre 1300 e 1600 mm de chuvas na Baixada Cuiabana e chega a 2100 mm anuais nas porções mais altas da Chapada dos Guimarães.
A presença de ilhas climáticas nas encostas cria condições ambientais propícias para a sobrevivência de espécies diferentes daquelas das regiões planas e baixas.

 

O que fazer e época ideal para visitação

O Parque é aberto à visitação todos os dias da semana, das 8:00 às 17:00 hs. Por enquanto não está sendo cobrada nenhuma taxa de visitação.

Há vários atrativos disponíveis no Parque e recomenda-se o acompanhamento de um Guia de Turismo local. Dentre os atrativos podemos destacar a Cidade de Pedras, Circuito das Cachoeiras e Véu de Noiva. Muitos atrativos estão interditados e outros não receberam ainda nenhum tipo de estrutura para receber os visitantes.

 

Relevo

A área está localizada sobre rochas paleonesozóicas da Bacia do Paraná, formando a Chapada dos Guimarães e seu sopé é de rochas pré-cambrianas aglomeradas na depressão cuiabana. Dentre as formações existentes podemos citar: grupos (Cuiabá, Paraná), e as formações (Furnas, Ponta Grossa e Botucatu).

 

Hidrografia

Os rios que cortam o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães integram a Bacia do Alto Paraguai e são tributários do rio Cuiabá, um dos principais formadores da Planície Pantaneira. A proteção destes rios foi um dos motivos que levaram diversos segmentos sociais a se mobilizarem pela criação do Parque.

Ao norte, destacam-se: Ribeirão do Forte e córregos Água Fria e Estiva (ambos afluentes do rio Quilombo). Ao sul, os cursos mais importantes são: Coxipó (forma as quedas Cachoeirinha e Véu de Noiva), Claro, Mutuca e Paciência.

O córrego Independência, afluente do rio Coxipó, também ao sul da Unidade, forma as cachoeiras Sete de Setembro, Sonrizal, Pulo, Degraus, Andorinhas e Independência. Alguns rios nascem dentro do Parque, como o Aricá e seus afluentes.

 

Fauna

A fauna apresenta-se muito variada, tendo como representantes principais a herpetofauna com os cágados e o jacaré-coroa. Outros grupos completam a diversidade do Parque: lobo-guará, veado-campeiro, gato-palheiro, tamanduá-bandeira e tatu canastra (ameaçado de extinção), dentre outros.

 

Flora

Predominam, no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, as formações abertas, tipo savana, caracterizada por vegetação adaptada à sazonalidade típica da região. Até hoje, as pesquisas realizadas no Parque registraram 303 espécies vegetais, além de oito registros apenas em nível genérico. Contudo, tais publicações referem-se apenas a áreas de mata semi-decídua e cerrado sensu stricto, enfocando, sobretudo, espécies arbóreas.

 

Datas e Horários

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães pode ser visitado durante o ano inteiro, todos os dias da semana, com entrada das 08:00 às 17:00 e saída até as 18:00 h. Em situações especiais é possível a entrada antes do horário previsto, com autorização prévia, caso a atividade a justifique, como observação de aves e caminhadas por trilhas mais longas. Nesses casos, o interessado deve entrar em contato com a administração do Parque até o dia anterior à visita para solicitar a autorização, que será deixada na portaria do Véu de Noiva.

Atualmente, a entrada é franca.

Dezembro a março corresponde ao período de chuvas mais freqüentes, quando as cachoeiras apresentam maior volume d´água e a vegetação encontra-se mais viçosa.

Maio e junho são meses propícios para os fotógrafos, tendo em vista a maior luminosidade e a ocorrência quase constante de céu límpido e azul.

Agosto e setembro são os meses mais secos, nos quais são freqüentes os incêndios. A vegetação encontra-se mais rala, algumas espécies perdem as folhas e há belíssimas plantas florescendo. A visibilidade nos mirantes pode ser prejudicada pela fumaça, mas o pôr-do-sol é, em geral, espetacular.

Em feriados e no período de férias escolares, há um grande número de visitantes no Parque. Caso seja possível, é recomendável evitar essas datas, para conseguir uma experiência de melhor qualidade e menor custo.

 

Centro de Visitantes

Localizado na Portaria do Véu de Noiva, o Centro de Visitantes do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães conta com um auditório com capacidade para 40 pessoas, sanitários, bebedouro e uma sala de exposições, onde são mantidos painéis informativos e mapas do Parque.

Neste Centro, os visitantes podem obter informações através de contato com a equipe da Unidade e, eventualmente, de folhetos com mapas das principais trilhas abertas à visitação.

O Centro de Visitantes também abriga exposições temporárias de artistas da região e eventos relacionados ao Parque.

O auditório é utilizado para atender grupos interessados em assistir palestras ou vídeo institucional sobre o Parque. Esta atividade deve ser previamente agendada junto aos técnicos do PNCG.

 

REGRAS DE USO PÚBLICO

 

Uso Público são atividades educativas, recreativas e de interpretação ambiental realizadas em contato com a natureza, com o objetivo de proporcionar ao visitante a oportunidade de conhecer os atributos e valores ambientais protegidos pelo Parque.

Há algumas regras gerais de uso público que devem ser seguidas para garantir a preservação dos atributos naturais e o uso adequado da área em longo prazo. As regras não são feitas para incomodar os visitantes, que são muito bem-vindos ao Parque. São criadas para evitar danos, riscos e prejuízos a eles próprios e ao Parque, cujos objetivos vão além da visitação. Para conhecer a justificativa da existência de cada regra de uso do PNCG, basta clicar sobre o número correspondente.

No Parque Nacional da Chapada dos Guimarães não é permitido:

- coletar frutos, sementes, raízes ou outros produtos;

- introduzir espécies que não ocorram naturalmente no Parque;

- abandonar lixo, detritos ou outros materiais, que maculem a integridade paisagística, sanitária ou cênica do Parque;

- praticar qualquer ato que possa provocar a ocorrência de incêndio, inclusive churrasco;

- usar aparelhos sonoros (exceto ipods, walkman e outros que sejam utilizados com fones de ouvido);

- andar fora das trilhas existentes e abertas à visitação;



Além disso, é proibida a entrada:

- de animais domésticos;

- de visitantes portando armas, materiais ou instrumentos destinados a corte, caça, pesca ou quaisquer outras atividades prejudiciais à fauna e à flora;

- com bebidas alcoólicas;

- com barracas e outros equipamentos de camping;

- de motocicletas em toda a área do Parque, exceto no estacionamento da Portaria do Véu de Noiva.

 

DICAS

 

Exceto pelo Mirante do Véu de Noiva, cujo acesso se dá por rampa calçada com paralelepípedos, todos os atrativos turísticos do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães são acessados por trilhas, a maioria em área de cerrado (sem sombra). Portanto, são úteis as seguintes recomendações:

- evitar caminhar nas trilhas nos horários mais quentes do dia (entre 11:00 e 15:00 horas);

 

- usar meias e calçados adequados para caminhadas (resistentes e confortáveis);

- usar boné ou chapéu e protetor solar;

- levar: água, repelente, lanche, mapa das trilhas, agasalho e embalagem para acondicionar seu lixo;

- é aconselhável levar também: roupa de banho, capa de chuva (principalmente de outubro a março), binóculos, máquina fotográfica (e baterias, filmes ou cartões de memória), lanterna (para uma eventualidade, pois a saída do Parque deve ser feita até 18:00 h), telefone celular (com bateria carregada e o número da administração do Parque registrado, caso seja necessário pedir ajuda);

 

FUMANTES: levar um recipiente adequado para apagar e acondicionar as pontas de cigarro, pois estas podem causar incêndios florestais.

 

ACHADOS E PERDIDOS: objetos encontrados no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães podem ser entregues na Sede Administrativa do Véu de Noiva, onde serão registrados e guardados até que seus proprietários venham recuperá-los.

 

Vacinas e cuidados com a saúde

- Prepare-se antes de viajar. Faça exercícios: caminhe, suba e desça escadas, durma e alimente-se bem.

- Ao viajar para regiões do Norte e Centro-oeste do país, por exemplo, deve tomar a vacina contra a febre amarela. Consulte um especialista imunologista ou infectologista com antecedência, pois a vacina deve ser tomada dez dias antes do embarque.

- Verifique se o seu plano de saúde está em dia.

- Verifique se a agência oferece seguro e quais as condições.

 

 

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