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Dados Gerais

Parque: PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DA DIAMANTINA


 

Localização

Situa-se na parte central da Bahia

 

Área

152.000 hectares e 110 km de perímetro (aproximadamente).

 

Distâncias

Brasília - 1135 Km

Salvador - 425 Km

 

Municípios Limítrofes

Lençóis

Andaraí

Itaetê

Mucugê

Ibicoara

Palmeiras

 

Visitação

O parque não dispõe de uma sede ou centro de visitantes, apenas um escritório do Ibama em Palmeiras. Pelo fato de não estar desapropriado, não é cercado e várias atrações estão em propriedades particulares, na maioria das vezes são cobradas taxas e as trilhas não possuem sinalização. Para desfrutar de um passeio sem imprevistos, o melhor é contratar os serviços das empresas de ecoturismo da região ou os serviços dos guias, através da Associação dos Guias da Chapada.

 

CIDADES DA CHAPADA:

 

LENÇÓIS

Lençóis é a principal cidade da Chapada Diamantina e se destaca pela arquitetura colonial de suas casas e sobrados, além das belezas naturais em sua volta. É tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. O antigo povoado sofreu uma invasão de garimpeiros em 1845, provenientes principalmente de várias outras lavras, principalmente de Minas Gerais. Diz a lenda que os garimpeiros acamparam no alto do Serrano, cobrindo suas tendas com tecidos brancos. De longe, pareciam lençóis estendidos - daí o nome. Teve o seu declínio a partir de 1871 com a descoberta de diamantes na África do Sul. Em 1880 retomou parcialmente as atividades com a valorização do diamante carbonado, largamente utilizado nas indústrias européias da época. Lençois dispõe de infra-estrutura turística internacional, com dezenas de hotéis e pousadas, agências de ecoturismo e restaurantes. Conta com aeroporto que recebe vôos regulares e pode ser acessada pela rodovia federal (BR-242).

 

A partir de Lençóis é que são organizados os principais roteiros de ecoturismo, como:

 

Morro do Pai Inácio - Cachoeira

Serrano - Salão de Areias - Primavera

Córrego do Meio - Sossego

Iraquara - Cavernas

Rio Garapa - Andaraí

Mucugezinho - Poço do Diabo

 

PALMEIRAS

A partir de Palmeiras são organizados alguns dos principais roteiros de ecoturismo, como:

 

Cachoeira da Fumaça - Riachinho

Queda das Rodas

Vale do Capão

Cachoeira do Rio Preto

 

ANDARAÍ

Andaraí é a segunda principal cidade da Chapada Diamantina e se destaca pela arquitetura colonial de de seus casarões, que abrigavam os barões do diamante na fase de esplendor, além das belezas naturais em sua volta. É tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Seu nome vem das palavras indígenas andira-y (rio de morcego, em tupi-guarani), numa referência aos habitantes das grutas nos paredões de pedra em volta dos rios da região. A cidade, que dispõe de uma certa infra-estrutura, pode ser acessada pela rodovia estadual BA-142. Dali se visitam pontos de atração internacional, como o Poço Encantado.

 

A partir de Andaraí são organizados alguns dos principais roteiros de ecoturismo, como:

 

Gruta da Paixão

Marimbus

 

MUCUGÊ

Encravada em meio a grandes serras, a cidade de Mucugê destaca-se por ter sido provavelmente o berço do ciclo do diamante na região, pois foi onde apareceram as primeiras pedras de grande valor, no rio Cumbuca. O nome indígena da cidade vem da fruta mucugê (Couma rigida), comum na região. Numa altitude média de 1.000 metros, possui um clima ameno de 19º C em média, ao ano. Tem-se registro do início oficial do garimpo desde 1844, tornando a cidade um importante centro urbano com contato com a cultura européia. Em Mucugê existe o único cemitério em estilo bizantino da América Latina (encravado ao pé da serra, com o costume de se transferirem os restos mortais para jazigos feitos na pedra, com ornamento que lembra a arquitetura de Bizâncio, antiga capital do império turco-otomano). Por seu conjunto arquitetônico em estilo colonial foi tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional e hoje é ponto de referência para o turismo ecológico. Dispõe de infra-estrutura hoteleira, inclusive um resort com clima de montanha em certas épocas.

 

A partir de Mucugê são organizados alguns dos principais roteiros de ecoturismo, como:

 

Parque Sempre-Viva

Mirante-Cemitério

Mar de Espanha - Sibéria

Andorinha - Cardos

 

XIQUE-XIQUE DE IGATU

A antiga vila do Xique-Xique de Igatu é a principal referência da história do ciclo do diamante na Bahia, pois viveu o esplendor no século 19 e a decadência no século 20, quando a maioria das casas foi abandonada. Hoje se destaca por suas ruínas de casas de pedras, algumas reconstituídas, dando um ar especial ao povoado onde escavações revelaram frascos de remédios para doenças venéreas, provavelmente usados pelos frequentadores de famosas casas de diversão noturna, com figurantes importadas da Europa, segundo a lenda. A maior atração hoje é mesmo a cidadezinha, com suas casas e ruas de pedras, encravadas em meio a serras. Pode-se chegar a partir de Andaraí, passando pela estrada antiga, com sete quilômetros de subida, toda calçada com pedras. Ou, a partir de Mucugê, indo pela BA-142 e depois pegando o pequeno acesso de terra. A cidadezinha dispõe de pouca infra-estrutura, mas tem pousadas e restaurantes.

 

A partir de Igatu são organizados alguns roteiros de ecoturismo, como:

 

Ruínas

Iguatu- Andaraí

Iguatu- Mucugê

 

RIO DE CONTAS

Situada a sudoeste da Chapada Dimantina, Rio de Contas é do ciclo do ouro, fundada por bandeirantes paulistas antes do descobrimento posterior de diamante nos sertões baianos. Já no final do século 17 há notícias de um povoado com o nome de "Pouso dos Criolos", onde paravam viajantes que vinham dos sertões. Pouco mais de uma década após a descoberta de ouro emMinas Gerais, o bandeirante paulista Sebastião Raposo e seu filho Antônio Raposo Tavares obtiveram autorização em 1713 para adentrar os sertões ao norte das Gerais. Foram ter nas nascentes do rio das Contas, onde primeiro descobriram ouro na localidade chamada Matogrosso, no vale da serra da Tromba, na Bahia. A cidade Rio de Contas viria a tornar-se um importante posto de controle do fluxo de ouro que vinha das minas das Gerais e de Goiás, além do metal produzido localmente (conta-se que Sebastião Raposo chegou a ter oitenta arrobas de ouro).

 

A partir de Rio de Contas são organizados alguns dos principais roteiros de ecoturismo, como:

 

Itobira/Serra do Barbado

Pico das Almas

Cachoeira do Fraga

Cachoeira do Brumado

 

 

 

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