Historico

Cidade: CARMO DO RIO CLARO
A construção da primeira Igreja Matriz da cidade foi iniciada na década de 1.870, este primeiro templo sofreu várias alterações com o passar das décadas. No início do século XX, durante o paroquiato de Cônego Leopoldo Peyronne (1.906-1.915), a igreja passou por uma grande reforma, sua fachada sofreu várias modificações - nas aberturas, torres e frontão. Depois de outras pequenas reformas, a antiga Matriz ficaria erguida até o início da década de 1.960. Em 1.959 Pe. Marcelo Prado Campos assumiu a paróquia de Carmo do Rio Claro, e depois de constatar o estado do antigo templo e consultar diversas pessoas decidiu pela construção da nova igreja matriz, o que desagradou parte da população que consideravam a Matriz um templo muito importante e belo para ser demolido e substituído.
Por volta de 1940 algumas cidades vizinhas do Carmo mudaram de nome (Barro Preto para Conceição da Aparecida, São Joaquim da Serra Negra para Alterosa, Ventania para Alpinópolis etc). Naquela época não havia ceps, e constantemente ocorria extravios de correspondências. Carmo do Rio Claro era confundida com a cidade de Rio Claro, estado de São Paulo. Por este motivo Carmo do Rio Claro teria o nome mudado para Muritiguara, mas o então secretário municipal Agripino da Veiga Marinho se empenhou junto a autoridades e políticos e conseguiu evitar tal mudança. Se a mudança tivesse ocorrido ao invés de carmelitanos seriamos chamados de muritiguarenses ou muritiguanos, já pensou?
Tudo começou no século XV111, quando bandeirantes desbravavam florestas atrás do ouro das minas gerais, No ano de 1795, aventureiros de São João Dey Rey vieram até lavres, na esperança de ali encontrar um lugar propício as suas buscas.Um deles, João de Souza Bueno, um caboclo de 30 anos, descendente do célebre amador Bueno, caminhando mais que os outros que pararam na região e montou acampamento ás margens do córrego do ouro, na intenção de explorar as vertences do riacho, exatamente nos atuais limites daquele município de boa esperança, dois anos mais tarde, vieram ter ao acampamento de João de Souza Bueno, dois chefes de bandeirantes, vindos de Baependi e Aiuruoca rumo ao Rio Sapucaí: os capitães mo de milícias José Alves de Figueiredo e Constantino dAlbuquerque, a quem João de Souza Bueno abriu Caminho pala floresta até ribeirão de São Pedro onde o capitão - mor de milícias José Alves De Figueiredo Resolvel seguir viagem, comprando por oito mil (8 mil ) ducatos uma extensão de terras de aproximadamente seis léguas o outro capitão-mor,Constantino D´Albuquerque, prosseguiu até o local onde está CARMO DO RIO CLARO. Ali instalado resolveu, então. O capitão José Alves De Figueiredo tomar providências para formar um povoado, conseguindo para isso, a vinda do padre Cleto e de algumas famílias, por volta de 1804 , com apoio de outros chefes de família e proprietários de terras da região, Francisco José da Silva Serrote e José Meireles Matos, proprietário do serrote, dos Meireles dos Mombó, das cardosas, do leitão e Manoel de Barros, proprietário do Barro, deram ambos um pedaço de terra para o patrimônio da freguesia e deram inicio à construção da capela de Nossa Senhora das Dores, onde hoje esta a IGREJA MATRIZ, em torno da qual foram se agrupando e moradores aumentando assim o povoado.












